Memórias de infância
Durante a infância as minhas experiências noturnas eram muito intensas e frequentes, não tanto a nível “abdutivo” mas a nível paranormal embora as “abduções” acontecessem com regularidade, eram de pouca duração e eram usadas para brincadeiras e para aprendizagem. A nível paranormal via imagens e “bolhas” nas paredes, luzes coloridas espalhadas pelo quarto que dançavam e se misturavam umas nas outras. Eu ficava encantada pela maneira como se moviam. Ouvia sons e zumbidos que me perturbavam muito e que me causavam sensações desconfortáveis na cabeça e nos ouvidos. Ouvia principalmente uma espécie de apito agudo contínuo. Via muitas vezes o meu colchão a brilhar num tom fluorescente e quando isto acontecia parecia que todo o meu corpo ficava dormente e pesado. Tinha também sensações de medo ou de terror quando sentia alguém ao pé de mim e não conseguia ver nada. Nestas ocasiões queria gritar e pedir ajuda mas as palavras não me saíam da boca. Muitas vezes queria me mexer e não conseguia. Tinha muitos “pesadelos” em que me via a flutuar da cama de barriga para cima em direção ao teto. Via muitas vezes a Lua em quarto crescente ou cheia projetada na parede ou no teto. O corpo da minha avó por vezes brilhava com várias cores (aura). Pressentia o que ia acontecer e chegava a ver imagens projetadas na minha mente. Por vezes quando estava muito “sensível” ouvia as vozes das pessoas que estavam ao pé de mim e quando não percebia perguntava o que tinham dito, ao que me respondiam que não tinham dito nada. A nível “abdutivo” via por vezes clarões de luzes na janela que por vezes iluminavam o interior do quarto. As luzes no céu também fizeram parte da minha infância e ainda hoje estão presentes na minha vida. Sentia muitas vezes a presença de alguém aos pés da cama ou a pairar sobre mim o que me dava a sensação de medo. Um dia encontrei um louva-a-deus gigante que olhava para mim fixamente e sem sair do lugar onde estava. Senti durante esse tempo que ele estava ali por alguma razão.
segunda-feira, 13 de abril de 2009
Contacto emediato de 3º Grau
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